A Copa do Mundo na África teve muitos personagens. Figuras que protagonizaram cenas inesquecíveis, escreveram a cada lance, cada chute, a história do futebol. Muitos atingiram a glória, outros sucumbiram. Cometeram erros, decepcionaram uma nação e ficaram marcados por causa disso.
Abaixo, cinco personagens que saem da Copa da África como violões:
5º Asamoah Gyan
Último lance da prorrogação entre Gana x Uruguai. Um a um, pênalti para Gana. Asamoah Gyan, o artilheiro da equipe africana, caminha até a bola e dispara um canhão que estoura no travessão do goleiro uruguaio Muslera. A grande chance de pela primeira vez na história uma equipe africana chegar numa semi-final de Copa do Mundo ficava mais distante.

4° Roberto Rosseti e Jorge Larrionda
Roberto Rosseti não viu Carlitos Tevez em completo impedimento no jogo entre Argentina x México válido pelas oitavas de final. Naquele momento, os mexicanos jogavam melhor. O impedimento não marcado mudou a história do jogo. Já Jorge Larrionda não viu o que o mundo todo viu na hora que o inglês Frank Lampard chutou em direção ao gol da Alemanha. A bola entrou, entrou muito, e ele mandou o jogo seguir.

3º Oscar Cardozo
Ele poderia ter mandado para casa mais cedo a seleção que viria a ser campeã do mundo. O Paraguai se defendeu muito bem contra a Espanha, teve uma chance de gol, no finalzinho do jogo, e Cardozo desperdiçou. Depois, ficou inconsolável.

2º Luiz Suárez
Ele vestiu a camisa de vilão e herói nessa Copa do Mundo. Luizito Suárez impediu o gol que daria a classificação para a seleção ganesa. Foi expulso, salvou a seleção celeste, mas ganhou a antipatia dos africanos que conderam sua atitude como sendo anti-desporiva.

1º Felipe Melo
Antes da Copa todos temiam que em algum momento o temperamental Felipe Melo perdesse a cabeça. E foi o que aconteceu. O mediano volante brasileiro fez uma Copa razoável, e justo quando vinha tendo uma de suas melhores atuações no Mundial, pisou no holandês Robben. Foi expulso e sepultou qualquer chance de reação da equipe brasileira.

Postado por
Thiago Saes



































