Jogos que NÃO gostaríamos de ver por aí:

“Lapa: fique só 2 rodadas sem jogar e olhe lá!”

Catei no Kibe Loco.

Já que falei no Kibe gostaria de aproveitar este espaço para escrever sobre um tema que sempre foi muito polêmico na blogosfera: as acusações de plágio.

O termo plágio já foi bem mais usual e em voga no mundo blogueiro, hoje já menos utilizado, entretanto ainda não extinto.

Nós mesmos algumas vezes fizemos posts acusando este ou aquele de ser um mestre na famigerada arte de copiar sem creditar a idéia, porém (ah, porém), as coisas mudam de lugar, os ventos se invertem. E de lá para cá mudamos um pouco a forma de enxergar este tipo de situação.

Acreditamos que acusar alguém de ter roubado a sua idéia é algo muito grave, pois fere a moral da outra pessoa. Não temos dúvidas que muitos plagiam posts alheios, pois já encontramos imagens feitas por nós onde o indivíduo praticamente a deformava para conseguir tirar nosso selo, ou seja, se concebia ali um ato de plágio com provas altamente visualizáveis.

Mas quando só conseguimos identificar algo como “plágio”, como mera coincidência de idéias? Podemos entender como cópia? A verdade é que todos têm o direito de pensar o que quiser, mas expressar esta idéia nem sempre é algo legal.

Neste sentido alguém pode nos perguntar: “Mas e a liberdade de expressão, onde fica nessa história?” Fica a vontade de cada um. Você é livre para se expressar, mas não deve esquecer que suas palavras podem ferir o caráter do acusado. Ou seja, sem provas concretas sua acusação nada mais é do que uma arma pronta para desmoralizar alguém que talvez só tenha tido uma brilhante idéia, que por acaso coincidia com a sua.

Então… É no “talvez” que mora o problema.

Se você não tem absoluta certeza do que está acusando o melhor é não acusar.

Se fosse há uns 5 ou 6 meses atrás ninguém se importaria em ter um post coincidentemente igual ao seu no Caixa Pretta, mas hoje até mesmo uma simples notícia comentada do Globo.com já gera um considerável fluxo de acusações ao blog. E como estamos no papel de réu, conseguimos ter absoluta certeza que todas são absurdamente infundadas.

Talvez por isso começamos a entender melhor como tudo funciona.

Há alguns meses atrás quando nós do Caixa pretta fizemos um post (já deletado) ironizando a situação de Antônio Tabet e sua possível mania de “kibar” estávamos ali acusando uma pessoa de ter feito algo que nem sequer nos envolvia. Percebam neste caso o quanto estávamos sendo levianos. Na época não tínhamos a visão que temos hoje. Se era verdade ou não nós nem procuramos averiguar, o que nos importava naquele momento era mascarar uma acusação em forma de piada, e diga-se de passagem de péssimo gosto.

O que estávamos fazendo era difamar o caráter de uma pessoa que sequer tinha feito algo para nós. Quiçá nem sabia que existíamos.

Então gostariamos de pedir desculpas a Antonio Tabet por termos acusado de algo sem prova alguma. E se por acaso uma dia fizemos isso com mais alguém fica registrado aqui nosso sincero pedido de desculpa.

E para você que nada tem haver com o que foi dito acima, mas um dia se deparar com uma situação semelhante, pense bem antes de sair criticando e acusando, talvez o errado possa ser você!

Este possivelmente tenha sido o maior texto do Caixa Pretta. Mas era necessário.

Abraços.

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1 Comentário em Operação solta e agarra

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